domingo, 27 de novembro de 2016

2016, o ano abençoado
Após receber a notícia de que o tirano cruel e assassino Fidel Castro morreu neste dia 25 de novembro cheguei à conclusão de que esse ano de 2016 tem sido um ano realmente pródigo e abençoado para as pessoas de bem e maldito para os esquerdopatas e bandidos em geral. Relembremos alguns fatos:
  • Primeiro o impeachment da bandida Dilma Rousseff e a defenestração do partido mais corrupto da história do poder;
  • Nas eleições municipais o PT foi massacrado tornando-se um partido nanico;
  • Na cidade de São Paulo, o prefeito vermelho Fernando Haddad perdeu e no estado como um todo o PT foi quase exterminado;
  • No Rio de Janeiro o psolista maconheiro do Freixo perdeu vergonhosamente para Marcelo Crivela;
  • Nos Estados Unidos a desonesta e mentirosa Hillary Clinton perdeu a eleição para o Republicano Donald Trump;
  • Na Colômbia, o acordo que beneficiava enormemente os terroristas e narcoguerrilheiros das FARC foi rejeitado em plebiscito popular e tudo teve que ser revisado;
  • O Reino Unido decidiu sair da União Europeia e resolveu tomar as rédeas de seu destino em suas mãos, não ficando mais subordinado aos euroburocratas de Bruxelas;
  • Bandidos e corruptos perigosos com Cunha, Cabral e Palocci foram presos;
  • Por fim, o ditador Fidel Castro foi para o inferno acertar a conta de seus assassinatos e torturas com o Capeta.


Para esse ano ser melhor o único pedido que tenho a fazer ao Papai Noel é ver Lula, o maior ladrão deste país preso. Quando isso acontecer, o Brasil e nosso mundo estarão bem melhores.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O projeto criminoso de poder acabou!!!
Ai, ai, ai, ai,
Já chegou a hora
O dia já vem raiando meu bem,
E a Dilma já vai embora


Tchau querida,
Até nunca mais!!!
Senador Ronaldo Caiado responde a Senador “menino de recado” Lindbergh Farias
“Canalhas são aqueles que roubaram a Petrobras, canalhas são aqueles que enriqueceram com dinheiro público, canalhas são aqueles que desviaram dinheiro para as suas campanhas eleitorais, canalhas são aqueles que deixaram 12 milhões de desempregados.”

quarta-feira, 20 de abril de 2016

O primeiro passo para acabar com projeto criminoso de poder foi dado
Por 367 votos favoráveis e 137 contrários, a Câmara dos Deputados aprovou às 23h47 deste domingo (17) a autorização para ter prosseguimento no Senado o processo de impeachment  da presidente Dilma Rousseff.. Houve sete abstenções e somente dois ausentes dentre os 513 deputados. A sessão durou 9 horas e 47 minutos; a votação, seis horas e dois minutos.


Às 23h08, pouco mais de 40 minutos antes do fim da sessão, o voto do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) completou os 342 necessários para a autorização do processo. Deputados pró-impeachment comemoraram intensamente no plenário; deputados contrários ao impeachment apontaram injustiça contra a presidente.

Esse foi o começo do fim do projeto criminoso de poder implementado pelo PT desde 2003 e que destruiu o Brasil.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Existe relação entre gastos com educação e desempenho dos alunos?
As opiniões a respeito da pergunta que faço no título deste texto são divididas, mas raramente os argumentos se baseiam nos mesmos dados. De um lado, as evidências disponíveis sugerem a inexistência de relação consistente entre gastos e desempenho escolar. De outro lado, atores educacionais – em todos os países do mundo, não apenas por aqui – argumentam que a educação vai mal porque os recursos são limitados.

No texto desta quinzena, dou continuidade ao debate sobre os aspectos que influenciam na qualidade da educação e examino, com ajuda de fatores demonstrados no livro Educação Baseada em Evidências – O que funciona em Educação(Instituto Alfa e Beto. 2015), os principais estudos nacionais e internacionais sobre o tema.

As evidências produzidas por pesquisas acadêmicas sobre a relação entre investimento em educação e desempenho dos alunos indicam que não adianta simplesmente injetar mais recursos nas escolas – embora também não se possa concluir que os recursos não sejam importantes. Importa menos quanto se investe do que como se gastam os recursos.

Estudos analisados no livro sugerem que existem patamares de investimento abaixo ou acima dos quais certas despesas podem ou não afetar o desempenho dos alunos. Quando o nível de gasto em educação é baixo, é muito provável que aumentar o investimento gere ganhos de aprendizagem. Por exemplo, em países pobres, investir na infraestrutura das escolas pode aumentar a frequência e o desempenho dos alunos.

Por outro lado, dada a importância dos professores no desempenho dos estudantes, as pesquisas disponíveis sugerem que há uma forte associação entre a capacidade de atrair e manter bons professores e o nível de desempenho escolar. Portanto, pode-se inferir que há uma relação entre o uso de recursos destinados à manutenção de professores e melhor desempenho dos alunos – embora não seja possível inferir que isso signifique maiores gastos.


Na Coreia do Sul, por exemplo, esses gastos maiores com salários de professores são contrabalançados pelo maior número de alunos nas salas de aula, o que resulta em menores custos médios. Uma medida que ajuda a entender o esforço do país no investimento em educação é comparar os gastos ao PIB e o gasto por aluno em relação ao PIB per capita. Desagregar esses dados nos diversos níveis de ensino ajuda a entender a prioridade que os países dão ao investimento em determinado nível de ensino.

Para entender a eficiência do sistema, não bastam os dados de investimento. É necessário entender qual o produto resultante desse investimento. Os economistas da educação utilizam para essa análise um cálculo que se chama função de produção da educação, na qual entram os insumos (por exemplo: dinheiro, professores ou estrutura da escola) e medem-se os resultados utilizando, por exemplo, o desempenho dos alunos em determinadas disciplinas.

Analisa o impacto de alterar os insumos na produção dos resultados. São cálculos complexos, em que se realizam regressões para controlar por efeitos exógenos (fatores externos ao que se quer medir). Não é fácil medir esse impacto, mesmo com todos os cuidados metodológicos. Os resultados são mistos, alguns encontram efeitos positivos, outros até negativos, mas o poder de explicação dos gastos sobre o desempenho é sempre muito pequeno e parece ocorrer com maior frequência em países mais pobres.

O Brasil não investe pouco, mas gasta mal – seja na distribuição da verba entre os níveis de ensino ou dentro dos mesmos. O país investe um pouco menos da média dos membros da OCDE e acima dos EUA, por exemplo, como proporção do PIB. O gasto por aluno no Ensino Superior no Brasil é cinco vezes o gasto por aluno no Ensino Fundamental. Isso é muito acima da média dos países da OCDE, que fica na razão de 2 / 1. O que constatamos, por fim, é que, em se tratando de educação, é mais importante observar como os gastos são distribuídos, como os recursos são aplicados, do que quanto se investe.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/educacao-em-evidencia