domingo, 24 de janeiro de 2021

Brasil iniciou sua campanha de vacinação contra Covid-19

Nesta última segunda-feira, 18 de janeiro, a campanha de vacinação contra a Covid-19 começou oficialmente em alguns estados do Brasil. No domingo, assim que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, liberou o uso emergencial da CoronaVac, os primeiros brasileiros foram vacinados no estado de São Paulo.

Ainda no domingo, o ministro da saúde, Eduardo Pazuello, se irritou ao ser questionado durante uma coletiva de imprensa sobre o uso da cloroquina. Afirmou, entre outras coisas, que nunca orientou o uso da cloroquina contra a Covid-19. Porém, documento do Ministério da Saúde de maio de 2020, já sob sua gestão, indica o medicamento no tratamento contra a doença.

Na terça-feira, 19 de janeiro, todos os vinte e seis estados brasileiros e o Distrito Federal já haviam iniciado a vacinação contra a Covid-19. Mesmo com o avanço na distribuição das seis milhões de vacinas, o governo federal voltou a encarar novos problemas. Após solicitar que o estado de São Paulo compartilhasse a CoronaVac, vacina da companhia chinesa Sinovac, com o restante do país, a ameaça agora é de que a China interrompa o envio de insumos para a produção do antígeno no Brasil.

Nesta sexta-feira, 22 de janeiro, o Brasil passou a contar com mais 6,8 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus, depois de uma decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e da chegada de um carregamento vindo da Índia. A carga que desembarcou no aeroporto de Guarulhos (SP) trouxe, depois de uma semana de espera, 2 milhões de doses da vacina Oxford-AstraZeneca, aprovadas no domingo passado pela Anvisa juntamente com outras 6 milhões de doses da CoronaVac importadas da China e que já estão sendo aplicadas pelos Estados e municípios em suas campanhas de vacinação.

Também nesta sexta, a Anvisa deu aval para o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da CoronaVac, essas rotuladas e embaladas pelo Instituto Butantan em São Paulo. Com isso, o Brasil passa a contar até agora com 12,8 milhões de doses de vacinas para enfrentar a pandemia.

Fonte: veja.abril.com.br/


sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Brasil ultrapassa a marca de 200 mil mortos pela Covid-19

Passados quase dez meses desde a primeira morte pelo novo coronavírus, em 12 de março de 2020, o Brasil ultrapassou, nesta quinta-feira (7), a marca de 200 mil óbitos por Covid-19. Com o registro de 257 mortes nas últimas 24 horas no estado de São Paulo, epicentro da pandemia no país, o Brasil chegou a 200.060 vítimas fatais pela doença, de acordo com dados apurados em levantamento da CNN

"Para nós, servidores do Ministério da Saúde, não é um momento só de pesar. É também momento de reflexão e de unir forças, para que todos os dias possamos trabalhar empenhados na solução dessa pandemia", disse a pasta por meio de nota. "Em nome do Presidente da República, Jair Bolsonaro, do Ministério da Saúde e de todo o Governo Federal, queremos nos solidarizar com cada família que perdeu entes queridos". 

O primeiro caso de coronavírus foi identificado no Brasil no dia 26 de fevereiro do ano passado - em março, o governo de São Paulo, onde a primeira infeção foi encontrada, decretou quarentena. A primeira morte veio no dia 12 de março, e o país levou pouco menos de cinco meses para atingir o número de 100 mil mortos, em agosto de 2020. 

Com os 200 mil mortos registrados hoje, 303 dias após a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificar a Covid-19 como uma pandemia, os dados confirmam que o país levou novamente cerca de cinco meses para adicionar mais 100 mil vidas perdidas aos números da pandemia no Brasil. O número de mortes e de infectados pela Covid-19 tem crescido substancialmente nos últimos dias. De acordo com os números desta quinta, o país registra mais de mil óbitos pelo terceiro dia consecutivo. 

Fonte: cnnbrasil.com.br